domingo, 13 de outubro de 2013
Eu tenho medo, medo de não conseguir ter uma consciência tranquila, uma alma pura, um coração limpo. Essa ideia de relacionamentos que duram dias, meses, ou poucos anos estão me assustando, queria tanto ser igual meus avós que estão juntos há décadas. Dói saber que um dia irei me separar de todos os amigos do colégio, da faculdade, dói saber que tudo de bonito que estamos vivendo um dia vai virar apenas lembranças que posteriormente será saudade. Me aterroriza a ideia de que um dia vou perder meus pais, fico me perguntando o que serei sem eles. Me assusta a falta de amor que o mundo está proporcionando hoje em dia, me assusta as guerras, os empaletozados, me assusta saber que as crianças preferem ficar na tela de um computador jogando com pessoas estranhas, e não vão para rua brincar de pega-pega, esconde-esconde. Fico espantado com a ideia de amor virar poesia ou grandes livros, amor tem que ser vivido.
O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença. Martha Medeiros
Rimas. Ri mais? Rir, mas de quê? Talvez um quê de queijo, um bê de beijo. Beijo vai, mas bem jovem. Então vem! Nu mesmo, vem nuvem, vem. Mas vem sem. Sem vergonha, sem pudor, sem graça, sem açúcar e sentimento. Se sentir, não vou deixá-lo ir. Sem ir, sem ti, eu não vou a lugar nenhum, nem dois, nem três e nem quartos. Por que mentes? Ah, que mentes não sentiriam saudades doentes… Do ente querido, do ente que queria ter ido, do ente que quase foi. Ufa, e foi por pouco. Já anoiteceu. A noite teceu estrelas, estralos, entranhas e estranhos. A noite teceu trapézios trapezistas, trôpegos, traficantes, trapaceiros e tresloucados. Também temor. Ter amor, amoras, amantes, amarelos… Ah, não. Amá-los ou amar elos? Meio a meio, meio fio, meio feio, meio feito. Essa história meio fora de hora de novo? Sim. De novo, de novo e de manhã, de tarde, de velho, de ontem, de frente, defronte e de ré. Ré é renascer renascentista, iluminista, sulista, turista, budista, autista. Arista? Mundano! Mundo mudo muda mudas. Mudas de gente descrente, descontente, demente, indecente, decadente, ai! Dor de dente, dor de gente. E quem cura? Loucura.
Que a nossa semana comece cheia de boas energias, pensamentos e vibrações. Que a gente tenha paz ao final de cada dia, tranquilidade para raciocinar nos momentos mais turbulentos e serenidade para tomar decisões. Que saibamos enxergar o lado mais leve e positivo das coisas. E que tenhamos a força necessária para dar um passo de cada vez. Amém. Clarissa Corrêa
Percebi que era amor quando, em uma aula de geografia meu professor me perguntou: "Onde você se imagina daqui a 10 anos?" E a única resposta que veio a minha cabeça foi, ao seu lado. Tayane Alves
Você só precisa escolher entre uma estrada e outra. Se o amor é clichê, a falta dele é lugar comum e viver é um abastado chavão de mau gosto. É preciso parar de soprar a chama que te faz brilhar mesmo em dias nublados, cantar alto nos eventos mais inadequados, provocar sorrisos bobos facilmente confundidos com engasgos. Você precisa parar com essa neurose de não querer saber a verdade, preocupada em não se machucar. Gabito Nunes
Assinar:
Postagens (Atom)