[…]
e ela caminhava, mesmo sem forças. Com a esperança de que, um dia, ela encontre alguém
que a entenda, que a complete. A caminho é longo, mas a estrada é curta. E ela sempre vai continuar andando, sem perder as esperanças. E quando ela achar, que chegou ao limite, ela pensa:
— Se já cheguei até aqui, eu vou até o fim. Pode chover, pode fazer muito sol, ela estará lá, caminhando, a procurar o que ela chama de “
felicidade”.