sexta-feira, 9 de março de 2012

“Aí o telefone tocou. Deixei tocar. Nunca atendia ao telefone na parte da manhã. Tocou cinco vezes e parou. Eu estava sozinho comigo mesmo. E, por mais repugnante que fosse, era melhor que estar com alguém, qualquer um, todos lá fora fazendo seus pequenos truques e piruetas. Puxei as cobertas até o pescoço e esperei. Decidi ficar na cama até o meio-dia. Talvez então a metade do mundo estivesse morta e ele seria menos difícil de enfrentar.”
— Charles Bukowski.
[…] E antes mesmo de me despedir de você já me bate aquela saudade […] É que você me faz tão bem, mesmo de longe consegue me tirar vários sorrisos. E quando você não está, tudo fica sem graça, sem sentido. Nada vai mudar o que eu sinto. Nem distância, nem pessoas, nem acasos… Só quero que me prometa que não vai desistir de mim quando as coisas ficarem difíceis. Porque é ai que eu mais vou precisar de você ao meu lado.
Ás vezes prefiro que as pessoas não saibam quando estou brincando, ou falando sério. Gosto de deixar dúvidas.
As coisas nunca vão acontecer como você deseja.
A distância me ensinou a valorizar as pessoas enquanto elas ainda estão perto de mim.