segunda-feira, 26 de março de 2012



Não importa o quanto somos fortes, decepções geram cicatrizes.
“Já coloquei a música que me fazia mal e fechei os olhos, lembrando de tudo que estava me corroendo. Só pra chorar, na esperança de tudo aquilo passar.”
— Caio Fernando Abreu
“Então é isso. Acabou. Não existe mais um nós. Não tem mais carinho, não tem mais afeto, não tem mais reconciliação, não tem mais nada. Não tem mais jeito. Tudo terminou aqui. Na verdade, nem tudo. Entre tantos destroços, algo restou. Sobrou o amor. Que insistiu e resistiu. Resolver sobreviver. Resolveu ficar e torturar-nos. Resolver acabar com todas as chances de nos esquecermos facilmente. Destroçou a idéia de que tudo bem as coisas entre nós terem terminado. E o amor que sobrou acarretou sentimentos que não deveriam existir. Ele trouxe a saudade pra perto. Trouxe a solidão e a nostalgia. O amor sobreviveu pra nos causar dor. Porque, mesmo com o amor vivo, nada mais tinha restado. E doía saber que jamais poderíamos voltar ao que éramos antes, voltarmos a ser um só. Acabou. Apenas isso.”
— Sabrina

Mal sigo as regras da minha mãe, vou seguir as da sociedade?

Cansei de ouvir, que o tempo vai curar a dor que eu sinto. O tempo não cura tudo, aliás o tempo não cura nada, ele apenas desloca o incurável do centro das atenções.
Não importa o quanto somos fortes.. decepções geram cicatrizes.