quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Me comprometi a seguir meu destino e não perder e nem deixar pessoas importantes saírem da minha vida, decidi dizer tudo que eu sinto antes que seja tarde, mas correrei somente por aqueles que tantas vezes me ajudaram e que eu sei que sempre estarão comigo!!!


 Pensar nos problemas não resolve nada, pense nas soluções.
Passei a vida tentando corrigir os erros que cometi na  minha ânsia de acertar.
Clarice  Lispector
(via automicjellybean)
Passei a vida tentando corrigir os erros que cometi na minha ânsia de acertar. Clarice Lispector
candymemories:

alonelyseptember:

O que é o amor?” Quando alguém te ama, essa pessoa diz o seu  nome de uma forma diferente. Você sabe que o seu nome está a salvo em  sua boca” - Billy, 4 anos”É o que te faz sorrir, quando  está cansado!”- Terri, 4 anos.” É o que está na sala com  você, no natal se você parar de abrir presentes e escutar.”- Bobby,  7 anos.” Se você quer amar melhor, deveria começar por alguém  que odeia!”- Nikka, 6 anos” Amor, é quando você diz a um  garoto que gostou da sua blusa, e ele começa a usa-la todos os dias.”-  Noelle, 7 anos.” Amor, é como uma pequena velha mulher e um  pequeno velho homem que ainda são amigos depois de terem se conhecido  tão bem”- Tommy, 6 anos,.
O que é o amor? 
Quando alguém te ama, essa pessoa diz o seu nome de uma forma diferente. Você sabe que o seu nome está a salvo em sua boca. - Billy, 4 anos
É o que te faz sorrir, quando está cansado!. - Terri, 4 anos.
É o que está na sala com você, no natal se você parar de abrir presentes e escutar. - Bobby, 7 anos.
Se você quer amar melhor, deveria começar por alguém que odeia! - Nikka, 6 anos
Amor, é quando você diz a um garoto que gostou da sua blusa, e ele começa a usa-la todos os dias. - Noelle, 7 anos.
Amor, é como uma pequena velha mulher e um pequeno velho homem que ainda são amigos depois de terem se conhecido tão bem. - Tommy, 6 anos,.
candymemories:

maisqueamim:

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nanehroots16:

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thuramalhoso:

Eu preciso muito muito de você eu quero muito muito você aqui de vez em quando, nem que seja muito de vez em quando. Você nem precisa trazer maçãs nem perguntar se estou melhor. Você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone, basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. Juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha, ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito muito de você!
- Caio Fernando Abreu 






 
Eu preciso muito muito de você eu quero muito muito você aqui de vez em quando, nem que seja muito de vez em quando. Você nem precisa trazer maçãs nem perguntar se estou melhor. Você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone, basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. Juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha, ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito muito de você!  Caio Fernando Abreu
Posso dizer, com aquela verdade que não precisa de flores para se saber que está morta, que não há coisa que eu tenha querido, ou em que tenha posto, um momento que fosse, o sonho só desse momento, que se me não tenha desfeito debaixo das janelas como pó parecendo pedra caído de um vaso de andar alto. Parece, até, que o Destino tem sempre procurado, primeiro, fazer-me amar ou querer aquilo que ele mesmo tinha disposto para que no dia seguinte eu visse que não tinha ou teria.Fernando Pessoa
(via justawildthought)
Posso dizer, com aquela verdade que não precisa de flores para se saber que está morta, que não há coisa que eu tenha querido, ou em que tenha posto, um momento que fosse, o sonho só desse momento, que se me não tenha desfeito debaixo das janelas como pó parecendo pedra caído de um vaso de andar alto. Parece, até, que o Destino tem sempre procurado, primeiro, fazer-me amar ou querer aquilo que ele mesmo tinha disposto para que no dia seguinte eu visse que não tinha ou teria. Fernando Pessoa
Ninguém quer só ajudar. As pessoas querem provocar, foder, maltratar, ensinar, desistir, recuperar, judiar, apertar, trair, enjoar, odiar, rasgar, largar, trocar, mudar, se ajudar. As pessoas querem, sobretudo, alguém que seja forte o suficiente pra transformar o sadismo do amor em perdão. Mas ela não sabia perdoar isso, ainda. Ainda que perdoasse sempre que conseguisse mandar embora. Então, agora, podia. Mas queria, um dia, amansar o amor que só é com o ódio de mil anos, queria sentir o amor que pode se esquecer um pouco do que é. O amor menor. Sentir o amor que não te sacode de horizontes confortáveis e fazem vomitar cada órgão. A inundação interna aterrando tudo. Quem é que dorme? Os burros. Pois então eu queria o amor dos burros. Amar como um pastel e só por isso, poder dizer “ah, durou coisa aí de uns quatro, cinco anos”. Queria sentir o amor que dorme ao lado, come, faz piada de banheiro. O amor menor. Dos casaizinhos que viajam para quartos pequenos de pousadas vagabundas e dividem cheiros de bosta em meio a declarações de uma vida inteira. O amor sem a arrogância do amor. Sem retirar o diamante que forma no fígado e sair escoando-se para se gabar. Olha lá o que formei em mim. O amor dos que ficam quietinhos sabendo que podemos mesmo gerar coisas lindas, todos podem, que grande coisa se todos podem. (…)
Os arrasadores de playground - Tati Bernardi
(via justawildthought)
Ninguém quer só ajudar. As pessoas querem provocar, foder, maltratar, ensinar, desistir, recuperar, judiar, apertar, trair, enjoar, odiar, rasgar, largar, trocar, mudar, se ajudar. As pessoas querem, sobretudo, alguém que seja forte o suficiente pra transformar o sadismo do amor em perdão. Mas ela não sabia perdoar isso, ainda. Ainda que perdoasse sempre que conseguisse mandar embora. Então, agora, podia. Mas queria, um dia, amansar o amor que só é com o ódio de mil anos, queria sentir o amor que pode se esquecer um pouco do que é. O amor menor. Sentir o amor que não te sacode de horizontes confortáveis e fazem vomitar cada órgão. A inundação interna aterrando tudo. Quem é que dorme? Os burros. Pois então eu queria o amor dos burros. Amar como um pastel e só por isso, poder dizer “ah, durou coisa aí de uns quatro, cinco anos”. Queria sentir o amor que dorme ao lado, come, faz piada de banheiro. O amor menor. Dos casaizinhos que viajam para quartos pequenos de pousadas vagabundas e dividem cheiros de bosta em meio a declarações de uma vida inteira. O amor sem a arrogância do amor. Sem retirar o diamante que forma no fígado e sair escoando-se para se gabar. Olha lá o que formei em mim. O amor dos que ficam quietinhos sabendo que podemos mesmo gerar coisas lindas, todos podem, que grande coisa se todos podem. (…)
Os arrasadores de playground - Tati Bernardi