“Fico tão confusa pela quantidade de coisas que
tenho de considerar que não sei se choro, ou se rio, depende do meu
humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente
do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me
comportar diferente do que sou ou do que quero ser.” O Diário de Anne Frank
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
“Só me fala que vai me aturar. Aturar todas as
minhas crises de ciúmes, meus momentos - não tão raros - sem paciência,
as minhas desconfianças e meus surtos de insegurança. Aturar meus
dramas, minhas teimosias, minha arrogância, minhas piadas sem graça e o
meu não-romantismo. Aturar todos os meus tipos de provocação, meu amor
por outras pessoas, minhas mudanças inconstantes de humor e de
temperamento. Aturar minha mente confusa, minha memória irritante, minha
sinceridade exagerada. Aturar quando eu falar que te amo mais e também
quando eu não falar que te amo. Aturar e segurar tudo não por mim, nem
por você… Mas por nós.” Tati Bernardi.
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