quinta-feira, 23 de maio de 2013

Eu tenho me sentido estranho, talvez meio longe, talvez meio perdido. Tenho tentando levar os dias com mais calma, tenho tentando dormir sem tanto peso. Aceitar as coisas como ela são é realmente difícil, afinal a gente sempre quer um pouco mais e isso talvez seja da natureza humana. Mas não sei, me sinto o erro, ou talvez eu me importe demais com os pequenos detalhes. Realmente sou complicado, tenho muitas dúvidas, tenho muitas perguntas e mal sei como agir diante da vida, mas to tentando levar, seguir em frente e deixar que a vida mostre o caminho certo. O Contador.
 
Só me fala que vai me aturar. Aturar todas as minhas crises de ciúmes, meus momentos - não tão raros - sem paciência, as minhas desconfianças e meus surtos de insegurança. Aturar meus dramas, minhas teimosias, minha arrogância, minhas piadas sem graça e o meu não-romantismo. Aturar todos os meus tipos de provocação, meu amor por outras pessoas, minhas mudanças inconstantes de humor e de temperamento. Aturar minha mente confusa, minha memória irritante, minha sinceridade exagerada. Aturar quando eu falar que te amo mais e também quando eu não falar que te amo. Aturar e segurar tudo não por mim, nem por você… Mas por nós. Tati Bernardi.
 
“O tempo nem sempre cura tudo. Tenho feridas que já cicatrizaram, mas que insistem em latejar quando o dia está nublado.” Clarissa Corrêa. 
“E amanhã será um novo dia igual a este. Mas, de que adianta desejar um novo dia se, ao mesmo tempo, desejo também um mesmo e velho erro? O relógio devia me dar um tempo ou parar até eu me resolver.” Gabito Nunes.   
É lastimável saber que vivemos em uma geração onde psicólogo é a profissão do futuro. É triste na verdade, hoje em dia ninguém escuta mais ninguém. Todo mundo quer falar, todo mundo quer ter liberdade de expressão, mas ninguém quer escutar. É realmente embaraçoso você ter que pagar alguém que sequer conhece. Tudo isso pra tentar aliviar um pouco essa bola de sentimentos embolados que se encontra em seu peito. E cá entre nós, sabemos que ninguém se importa. Carol Alves
 
“Não quero chegar aos 90 anos, morrer e pensar: “eu podia ter tentado”.” S.O.S do Amor.