sábado, 6 de julho de 2013

Bipolar e Psicopata.

 
Bipolar: Oi Psicopata, desculpe incomodar.
Psicopata: Oi. Tudo bem, eu acho.
Bipolar: Eu só queria saber como é não ter sentimentos.
Psicopata: Vazio e solitário. Como é tê-los todos de uma vez?
Bipolar: Confuso e cansativo. Será que poderia me dar um pouco do seu vazio?
Psicopata: Será que poderia me dar um pouco dos seus sentimentos?
Bipolar: Você não ia gostar da confusão.
Psicopata: E você não ia gostar da solidão.

 

Não vou dizer que sinto a sua falta, porque sentir falta todo mundo sente. Sente falta de um lugar, objeto, conversa, programa de televisão, ou até mesmo daquilo que acabou de comer. Sentir falta é superficial demais. O que eu sinto por você é saudade e pronto. É, eu morro de saudade. Saudade de você, de mim, e de tudo aquilo que nós éramos juntos. Aquela saudade que dá e nunca passa, sabe? Saudade enorme. Saudade infinita. Saudade eterna. E todas as vezes que penso na palavra saudade e me vem você na cabeça, reflito: “Se saudade trouxesse alguém de volta, será que você voltaria?” Porque juro que se você voltasse, não te deixaria ir embora nem por reza.

 

Traga-me uma boa dose de realidade, pois de ilusão eu já me embriaguei muito nessa vida.

 

Ela precisa de você. Então volte, perca a hora, entrelace os dedos e fique um pouco mais. Gabito Nunes

 

Mas eu sinto, sabe? Sinto muito as coisas. Tudo, todos. Mesmo que eu tente esconder, mesmo que eu tente não me mostrar. Mesmo que eu disfarce. Eu sinto tudo demais. E é por isso que às vezes as coisas doem tanto. Clarissa Corrêa

 

Tão adulta para perceber que vários motivos te fazem sorrir, e tão imatura por deixar um único motivo te fazer chorar.

 

Mas agora, sozinho na minha casa, comecei a perceber que o destino pode magoar uma pessoa tanto quanto a pode abençoar, e dou por mim a perguntar-me porque razão - de todas as pessoas do mundo inteiro que alguma vez poderia ter amado - tinha de me apaixonar por alguém que foi levada para longe. Nicholas Sparks