quarta-feira, 21 de agosto de 2013


Talvez a felicidade não esteja tão longe, talvez ela esteja presente nos mais humildes dos abraços, nos mais meigos sorrisos e quem sabe até mesmo na menor estrela do céu.

Eu fui daquelas pessoas que deram o melhor por outra, que amou e se dedicou pela felicidade da mesma. Eu fui daquelas que chorou, que o tempo amadureceu e que hoje busca um novo amor, o amor próprio.

Insisto que a gente precisa se respeitar, se cuidar. Só assim o outro vai querer te cuidar também. O amor é bonito, sim. É aprendizado, é luta diária, é glória, é superação, é vontade, é cumplicidade, intimidade, amizade. E acima de tudo o amor precisa ser paciente. Muito paciente. Tem que entender que tudo tem sua hora. Que às vezes a distância dói, machuca e lateja. Clarissa Corrêa

Eu gosto de você, gosto mesmo de você inteira, mas nunca escondi minha fissura pelos teus olhos, sempre a lembrei o quanto são bonitos, são escuros, grandes e brilham, lembra-me o céu em noites com estrelas, a facilidade com que me hipnotizam é querer te desvendar um pouco mais do que já conheço, eu me sinto absorvida, como se houvesse mais o que encontrar em ti. Ah esses olhos. Enxergar tantas coisas belas quando posso vê-los. Queria eu, que você pudesse enxergar teus olhos com os meus, só pra descobrir do que eu to falando.

Meu nome nos últimos dias tem sido confusão. Não sei mais quem sou. O que quero, nem de quem gosto. Tô assim. Vivendo por viver. Sorrindo por sorrir. Acordando porque tem que seguir em frente.

 

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é autenticidade. Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama amor-próprio. Chaplin


Sinto falta do amor que eu nunca senti por você. Sinto falta de ter uma parcela de mim se enganando, permanecendo não existindo. Porque se for pra existir sozinho, eu não tenho mais espaço. Cinzentos