“E enquanto eu lia as mensagens antigas no meu
celular, encontrei uma sua que dizia “eu te amo, não esquece”. É, e
engraçado… Acho que quem esqueceu foi você.” Rafaela Marques.
sábado, 8 de dezembro de 2012
“Tem muita gente que pensa que ama. Não sou ninguém
para julgar o amor dos outros, longe de mim. Mas o amor, o amor mesmo, o
amor maduro, o amor bonito, o amor real, o amor sereno, o amor de
verdade não é montanha-russa, não é perseguição, não é telefone
desligado na cara, não é uma noite, não é espera. O amor é chegada. É
encontro. É dia e noite. É dormir de conchinha. É acordar e fazer um
carinho de bom dia. É ajuda, mãos dadas, conforto, apoio. E saco cheio,
também. Porque de vez em quando o amor enche o saco. Tem rotina, tem
manhã, tarde, noite, tem defeito, tem chatice, tem tempestade. Mas o céu
sempre limpa. Porque o amor é puro como o azul do céu.” Clarissa Corrêa.
“Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra
valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram
pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a
gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a
vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram
que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas
costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce
através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais
agradável. Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada “dois em um”:
duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava.
Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos
com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora
de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e
magros são mais amados, que os que transam pouco são confiáveis, e que
sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que
existe muito mais cabeça torta do que pé torto. Fizeram a gente
acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os
que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que
estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que
podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém
vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E
aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser
muito feliz e se apaixonar por alguém.” John Lennon.
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