domingo, 16 de dezembro de 2012

 "Eu não queria admitir que ele era o motivo de eu ficar acordada até tarde, mas é claro que era." Lua Nova
 "E eu ainda quero acordar e a primeira coisa que irei ver é o seu sorriso. Quero ver você sorridente me esperando para tomarmos o café da manhã. Olharia para o lado e me iria me deparar com as nossas roupas jogadas no chão, a minha bagunça, com a sua bagunça, iríamos juntar as nossas roupas no guarda-roupa, e se não couber, a gente dá um jeito. Eu ajeito as suas roupas naquela gaveta vazia, e colocaria as minhas no cantinho. Pintaríamos a casa com a cor que lhe agradaria, tudo ia ser decorado com a nossa cara. Cada detalhe da nossa casa ia ter um pouco de nós dois. Nas estantes iria ter os seus livros, e os meus CDs preferidos. Não precisa de muito espaço, não precisamos de uma casa gigante, já estaria perfeito se você estivesse ao meu lado. Eu iria encher a sala com porta-retratos de nós dois, desde o primeiro dia em que nos conhecemos, até o dia do nosso casamento. Guardaria um espaçinho na estante para em breve colocar o porta-retrato de um novo membro da nossa família. Nossa casa não precisaria ser grande, mas iria ter um quarto vago, a espera do nosso primeiro filho(a). Não ligaríamos com o horário de acordar, exceto quando for a sua primeira entrevista de emprego, e eu estaria lá, te apoiando e dizendo que tudo irá dar certo. Nos dias vagos e tediosos, nós dois íamos se jogar no sofá, e ficar lá. E nós dois ainda vamos ficar discutindo em qual canal da TV que iríamos deixar. Assistindo aqueles programas chatos de domingo á noite, ou assistindo um filme de terror. Ou quem sabe aquele filme de romance. Jogaria pipoca em você, e começaria a gargalhar. E nós dois ainda vamos disputar em uma partida de videogame quem vai ter que lavar e secar os pratos do jantar. E é claro, eu iria ganhar. Vamos dar gargalhadas altas, até mesmo se não tiver um motivo pra rir. Te jogaria no chão e te encheria de cócegas, te faria chorar de tanto rir. Vamos acordar os vizinhos com o nosso riso alto, com o barulho da nossa cama, e com as nossas músicas agitadas. Seriamos aquele tipo de casal que as pessoas olham e falam: ‘‘Vocês são um casal, ou melhores amigos?’’. E responderíamos: ‘‘Os dois’’. Poderíamos passar um dia todo sem nada pra fazer, sem nada pra falar, só jogados na cama, em um dia de chuva e frio, ficaríamos enroladinhos no cobertor, só iria olhar pra você, passaria as minhas mãos no seu rosto suavemente, sem dizer uma única palavra, daria vários beijos e logo em seguida daria um sorriso. Você seria o meu motivo de sorrir, de acordar todos os dias e ver como o dia está lindo hoje, só por ter você. Sairíamos para todos os lugares, todo o final de semana estaríamos na praia, ou viajaríamos para conhecer o mundo, só nós dois, com uma mochila nas costas cheia de besteiras. Com o necessário para nós. Feitos duas crianças, iríamos nos divertir como nunca. Poderíamos fazer as coisas mais sem noção e malucas. Eu não me importaria, eu só iria querer fazer tudo isso ao seu lado. Nós dois iríamos nos comunicar apenas no olhar, eu saberia quando você não estivesse bem apenas no seu tom de falar. Sua risada seria o melhor som que eu iria querer ouvir ao dormir e ao acordar. Poderia fazer as coisas mais absurdas para te fazer sorrir. Assim seria a nossa vida… Só nós, a dois, e a sós." Desconhecido
 "Fui andando sem olhar pra trás. Tive que aprender a seguir os meus próprios passos." Nx Zero
 
"Amor não se pede, é uma pena. É uma pena correr com pulinhos enganados de felicidade e levar uma rasteira. É uma pena ter o coração inchado de amar sozinha, olhos inchados de amar sozinha. Um semblante altista de quem constrói sozinho sonhos. Mas você não pode, não, eu sei que dá vontade, mas não dá pra ligar pro desgraçado e dizer: ei, tô sofrendo aqui, vamos parar com essa estupidez de não me amar e vir logo resolver meu problema? Mas amor, minha querida, não se pede, dá raiva, eu sei. Raiva dele ter tirado o gosto do mousse de chocolate que você amava tanto. Raiva dele fazer você comer cinco mousses de chocolate seguidos pra ver se, em algum momento, o gosto volta. Raiva dele ter tirado as cores bonitas do mundo, a felicidade imensa em ver crianças sorrindo, a graça na bobeira de um cachorro querendo brincar. Ele roubou sua leveza mas, por alguma razão, você está vazia. Mas não dá, nem de brincadeira, pra você ligar pro cara e dizer: ei, a vida é curta pra sofrer, volta, volta, volta. Porque amor, meu amor, não se pede, é triste, eu sei bem. É triste ver o Sol e não vê-lo se irritar porque seus olhos são claros demais, são tristes as manhãs que prometem mais um dia sem ele, são tristes as noites que cumprem a promessa. É triste respirar sem sentir aquele cheiro que invade e você não olha de lado, aquele cheiro que acalma a busca. É triste amar tanto e tanto amor não ter proveito. Tanto amor querendo fazer alguém feliz. Tanto amor querendo escrever uma história, mas só escrevendo este texto amargurado. É triste saber que falta alguma coisa e saber que não dá pra comprar, substituir, esquecer,implorar. É triste lembrar como eu ria com ele. Mas amor, você sabe, amor não se pede. Amor se declara: sabe de uma coisa? Ele sabe, ele sabe."  Tati Bernardi.   
"Vai passar né? Eu sei. Com o tempo eu não vou mais olhar sua foto, nem sofrer, nem pensar o quanto é infeliz tudo o que aconteceu." Tati Bernardi. 
 
"Eu quero é ele. Ele, ele, ele. É que não tem ninguém igual. É que não vai ter sentimento igual. É que não vai ter outra pessoa que seja assim, tão único, tão perfeito, tão, tão… Sabe? Não vai ter, eu sei."  Clarissa Corrêa
 
"Certo, eu gosto dele. Eu admito isto para mim mesma. Eu não posso esconder meu sentimento mais. Eu nunca me senti assim antes. Eu o acho atraente, muito atraente. Mas ele é uma causa perdida, eu sei, e eu suspiro com um pesar agridoce. Foi apenas uma coincidência, sua vinda aqui. Mas ainda assim, eu posso admirá-lo de longe, certamente? Nenhum dano pode resultar disto." 50 tons de cinza