Não tenho muita certeza de como me sentir quanto a isso… Algo no seu jeito de se mexer faz com que eu acredite não ser possível viver sem você.
quarta-feira, 3 de abril de 2013

Sempre que ele faz uma coisa que mostra que ele não é bom, você ignora,
e sempre que ele age bem e te surpreende, ele te reconquista. E aí você
esquece a ideia de que ele não serve pra você. Bom, o que estou
tentando dizer é que eu entendo o que é se sentir a menor e a mais
insignificante das criaturas do mundo e isso faz você sentir dores em
lugares que nem sabia que existiam no corpo. Não importa quantos
penteados novos você fizer, ou em quantas academias entrar, ou ainda
quantas taças de frisante você tomar com as amigas, você ainda vai pra
cama, toda noite, pensando em cada detalhe, imaginando o que fez de
errado, ou como pode ter interpretado mal, e como foi que por um breve
momento, você achou que podia ser tão feliz. Às vezes você consegue até
se convencer de que ele, num passe de mágica, irá ate à sua porta… E
depois de tudo isso, demore o tempo que tenha que demorar, você vai para
um lugar novo, vai conhecer pessoas novas que fazem você se valorizar e
pedacinhos da sua alma vão finalmente voltar. E aquela época turva,
aquele tempo ou a vida que você desperdiçou, tudo isso começa a se
dissipar. O Amor Não Tira Férias
Amor não acaba. Filmes acabam, balas acabam, dias acabam, beijos
acabam, noites acabam, chocolate acaba, o assunto acaba, a paciência
acaba, a vontade acaba - desejo diminui. Mas o amor não. Ele entra em
coma, fica fraco, doente e, se for o caso, morre. Amor não é um
sentimento, um fato, um objeto. Amor é uma vida, é algo que sai da
compreensão humana, científica, racional. Amor não começa e acaba. Amor
nasce e morre.
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