terça-feira, 29 de julho de 2014

 
Não sou o mocinho, lembra? Sou egoísta, pego o que quero, faço o que quero. Minto para meu irmão, eu me apaixonei pela namorada dele. Não faço a coisa certa. Mas eu preciso fazer a coisa certa, por você. Damon Salvatore

Para sempre é sempre por um triz.  Chico Buarque

E disse para mim mesmo, repeti para mim mesmo, algum dia serei tão feliz quanto vocês, esperem para ver. Charles Bukowski
Nunca coloquei meu amor em jogo. Nunca disse “sim” para o cara certo. Nunca tive problemas em conseguir o que quero. Mas quando se trata de você, nunca sou boa o bastante. Demi Lovato
Tenho uma amiga que quando percebe que eu estou triste costuma me perguntar quem roubou a minha caixa de lápis de cor. Tem vez que nem pergunta, apenas comenta: “poxa, dessa vez levaram as cores que você mais gosta!” A tristeza afrouxa um pouco, por mais que eu esteja chateada. Primeiro, porque é muito bom a gente se sentir olhado com carinho. Depois, porque essa expressão tem uma inocência capaz de fazer gente grande tocar em coisas sérias sem ficar com medo de queimar a mão. De vez em quando, ao ouvir a pergunta, acontece de uma lágrima ou outra escapulir, afeitos que alguns sentimentos são a desaguar no rosto quando o coração fica apertado. Mas, algumas vezes, quando eu choro diante dessa indagação não é pelas cores que não encontro na caixa nem por lembrar de quem supostamente as roubou. Choro por perceber que ainda dou aos outros o poder de roubá-las. Por notar que, no fim das contas, quem rouba os meus lápis de cor preferidos sou eu.  Ana Jácomo
Já aconteceu de eu quase chorar por ter tropeçado na rua, por uma coisa à-toa. É que, dependendo da dor que você traz dentro, dá mesmo vontade de aproveitar a ocasião para sentar no fio da calçada e chorar como se tivéssemos sofrido uma fratura exposta. Martha Medeiros
Sou um bicho simples feito de amor e ciúmes. Caio Augusto Leite